São Paulo — Morreu nesse domingo (25/10) o funcionário de uma concessionária de veículos que caiu de uma altura de seis metros após ser empurrado por um colega de trabalho na terça-feira passada (20/10), em São Paulo. Caio Wilson Costa, de 28 anos, estava internado em estado gravíssimo e não resistiu, segundo informações da Polícia Militar (PM).O velório e sepultamento da vítima ocorrem nesta terça-feira (27/10), em Poá, na região metropolitana do estado. Em nota, a funerária Santo Edhen prestou solidariedade à família do jovem. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares e amigos, rogando a Deus que conceda conforto, força e paz a todos”, escreveu.Caio Wilson foi empurrado por um colega de trabalho após uma discussão dentro da empresa em que trabalhava, na Rua Almirante Brasil, zona leste da capital.Segundo relato do advogado Genecarlos Alencar, que representa o agressor, os dois homens eram amigos e o desentendimento começou após uma brincadeira entre ambos. As coisas teriam escalado por causa do local em que um deles havia estacionado o carro da empresa.Ainda de acordo com a defesa do acusado, o seu cliente teria empurrado a vítima na tentativa de se desvencilhar do colega, sem imaginar que a parede quebraria com o impacto. “Foi uma fatalidade”, disse o defensor. Leia também São PauloFuncionário de loja é empurrado por colega e cai de 6 metros após discussão São PauloQueda de 6 metros: funcionário que empurrou colega em discussão é liberado São PauloFuncionário da Prefeitura de Aguaí morre após ter moto atingida por carro São PauloFuncionário que matou 3 colegas na Bombril morre dentro de delegacia Caio Wilson foi encaminhado às pressas ao Hospital das Clínicas, onde chegou em estado gravíssimo. O Metrópoles entrou em contato com o centro médico por mais atualizações, mas não obteve retorno. A informação da morte foi confirmada nesta terça-feira (27/10)O agressor teve a prisão em flagrante registrada no 8° Distrito Policial (Belenzinho). No entanto, ele foi liberado no dia seguinte (21/10) após audiência de custódia.Em nota à reportagem, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), afirmou que o caso foi registrado como lesão corporal de natureza grave.






